Livro branco julho de 2026
Heads We Win, Tails You Lose: porque é que a deteção de IA não pode ser a resposta à integridade académica
Porque é que a pontuação de um detetor não cumpre o padrão de prova que um processo de má conduta exige.
Isto é relevante para si porque:
- Utiliza uma ferramenta de deteção, ou estão a pedir-lhe que adquira uma, e pretende testar as suas alegações de precisão.
- Gere processos de má conduta que têm de cumprir um verdadeiro padrão de prova e precisa de saber o que é válido.
- Sabe que um alerta de um detetor penaliza sobretudo os estudantes internacionais e os que escrevem numa segunda língua, independentemente de qualquer infração.
- É responsável pelo cumprimento do RGPD e do Regulamento da UE sobre IA e suspeita que o pessoal já utiliza sites de deteção gratuitos.
Resumo
Os detetores de IA indicam a probabilidade de um texto se assemelhar a escrita gerada por máquina. Não estabelecem a autoria, e este livro branco defende que essa lacuna é estrutural. Com base em análises revistas por pares e em testes independentes às principais ferramentas comerciais, identifica três falhas. Não existe uma verdade de referência que permita verificar um alerta. A falácia da taxa de base torna o mesmo detetor fiável num grupo e pior do que o acaso noutro. E as taxas de falsos positivos sobem acentuadamente entre quem escreve numa segunda língua.
Analisa depois as consequências institucionais, incluindo a inversão do ónus da prova e os deveres de explicabilidade previstos no Regulamento da UE sobre IA, e explica porque é que a UNIwise baseia o WISEflow Originality na deteção verificável de semelhanças e não em inferência probabilística.
O PDF está disponível em inglês.